ONDE NÃO EXISTE AMANHÃ


Alberto Bittencourt
 
Não conheço nada comparável. As casas, de vão único, feitas de restos de madeira e plástico, infectas, promíscuas, se equilibram sobre palafitas fincadas no lodaçal. Não têm água encanada, nem banheiros, nem geladeiras, mas, paradoxalmente, não falta televisão, DVD, ou mesmo vídeo game.
O lixo se espalha, vindo da maré ou do rio, a prefeitura nunca recolhe. O esgoto está nas portas, no chão, por onde se anda.  
A favela dos Coelhos é apenas uma, entre tantas do Grande Recife. Situa-se no centro, em área nobre, ao lado de edifícios empresariais modernos, perto de hospitais que, como se diz, fazem do Recife o segundo maior pólo médico do país. Aí habita uma população marginalizada, abandonada, refém da droga, do crack, onde adolescentes dos 13 aos 18 anos trabalham como avião.
Ninguém se lembra de construir moradias dignas e humanas para essa gente esquecida.
Só na catástrofe a solidariedade se manifesta. Quando as enchentes, os deslizamentos ceifam vidas, destroem moradias, todos se mobilizam. A sociedade recolhe doações, o governo começa a construir novas casas, em locais mais seguros, em ritmo eleitoreiro.
Nem no Rio de Janeiro, onde estão as maiores favelas da América do Sul, subjugadas por traficantes e milícias, a degradação é tamanha.  Lá, a maior parte dos barracos é de alvenaria, de tijolo nu, sem revestimento, dizem, para não pagar imposto à prefeitura.
Nessas comunidades o comércio da droga floresce, se desenvolve abertamente, à luz do dia.
Quando a polícia aparece, com seu aparato de uniformes, viaturas, sirenes, os traficantes se enfiam nas tocas como um bando de ratos. Terminada a incursão, tudo continua como dantes.
O Rio de Janeiro mostrou que pode ser diferente. Lá as favelas podem sonhar com amanhãs radiantes de paz.
A partir de 2008 o Estado decidiu reconquistar comunidades há muito dominadas por traficantes e milícias. A ação se dá em três etapas. Primeiro tropas de choque da Polícia Militar invadem o morro, expulsam os traficantes, de forma a garantir a segurança local. Três meses depois, as UPPs, Unidades de Polícia Pacificadora, se instalam de modo permanente e preparam a terceira fase, o restabelecimento do poder público com seus serviços econômicos e sociais.
Até o momento, oito UPPs já foram instaladas e quarenta outras estão programadas para os próximos quatro anos. Em 2011 será a vez da favela da Rocinha, anunciou o governo do Rio de Janeiro.
A presença contínua da Polícia muda significativamente a vida dos habitantes das favelas. Os traficantes desaparecem, vão embora, a violência diminui.
Está provado que só a ocupação permanente nos morros cariocas, foi capaz de livrar em definitivo os habitantes das mãos dos traficantes e das milícias.
Incursões esporádicas, não levam a nada. A Polícia chega, eles se entocam e, quando ela sai, eles retornam. Com a ocupação permanente realizada pelas UPPs, da Polícia Militar, as coisas mudaram.
Há uma grande diferença no Rio, entre os traficantes e as milícias. Os traficantes não são guerrilheiros, são vendedores de drogas, capazes de agir com violência para preservar seu negócio. As milícias são grupos de bandidos, interessados em extorquir a população, agindo com extrema violência. Os dois são perigosos, os dois fazem parte do crime organizado. Somente a expulsão desses indivíduos é capaz de trazer e implantar a paz.
O que é preciso para que a paz reine em definitivo nas comunidades?
Em primeiro lugar, uma política permanente de construção de moradias dignas, decentes, de erradicação de palafitas, de favelas insanas. Estes novos bairros devem ser aquinhoados com redes de água e esgoto, com projeto urbanístico funcional, providos de áreas de lazer e equipamentos comerciais e comunitários essenciais, servidos por linhas de transportes coletivas acessíveis e integrados à malha viária urbana.
Em seguida, uma política educacional séria, em que os alunos, crianças e adolescentes, fiquem em regime de tempo integral nas escolas, que aí recebam refeições, com atividades escolares, culturais e esportivas e, inclusive, formação profissional, tudo isto a partir de professores capacitados e avaliados sistematicamente, com proventos condizentes com seus esforços e resultados.
Em terceiro lugar, com a ocupação permanente das comunidades pela polícia, como no Rio, com as UPPs.
E, finalmente, com uma política de planejamento familiar que incentive o controle efetivo da natalidade, com orientação permanente, educação para a conscientização dos riscos e responsabilidades pela vida sexual promíscua, com ênfase nos deveres e na responsabilidade de gerar, prover e educar um novo ser.
Somente assim, garantindo o amanhã dessas comunidades, poderemos ter a certeza de que estaremos garantindo o amanhã de nossos filhos e netos e do nosso Brasil.
 
 
F  I  M
 
Alberto Bittencourt
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Governador 2004/05 D-4500
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Cidinha
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Correspondente do Rotary E-club - D4200 - México

 
ONDE ESTÁ A FELICIDADE?


Alberto Bittencourt
abitt9@gmail.com

              
Contam que um discípulo de Buda, certa vez, perguntou-lhe: “Mestre, como podem essas pessoas que vêm ao templo vestidas apenas de trapos, que nada possuem a não ser uma tigela para pedir arroz, como podem essas pessoas ser felizes?”  Ao que o Mestre respondeu: “Essas pessoas, vestidas apenas de trapos, que nada possuem a não ser uma tigela de arroz, são felizes porque não pensam no futuro, nem no passado. Elas são felizes porque pensam apenas no presente”.

A lição de Buda mostra que a felicidade, antes de ser um objetivo de vida, perseguido, buscado, é muito mais um estado de espírito, uma atitude de vida e como tal, deve ser praticada no dia a dia. Isso implica numa de disciplina de felicidade.


Há um ditado que diz: A felicidade não está no fim do caminho. A felicidade é o próprio caminho.


Para nós, que vivemos em sociedade, a felicidade está intimamente ligada á interação entre as pessoas, no que se chama de relacionamento. Esse relacionamento nem sempre é harmônico. Conflitos normalmente acontecem, mas o caminho da felicidade é procurar resolve-los pacificamente. O segredo é a empatia.
Empatia é a capacidade de avaliar o sofrimento dos outros. É a capacidade de se colocar no lugar do outro, de olhar a situação pelo ponto de vista do outro.  Assim, procedendo, você evitará muitos conflitos, pois entenderá as razões do outro. Colocar-se no lugar do outro é um dos caminhos da paz, da felicidade.

James Hunt, autor de “O Monge e o Executivo”, disse que “a confiança é a cola que une os relacionamentos”. Para cultivar a mútua confiança, é preciso estar junto, estar disponível, desenvolver a atenção, o diálogo, saber ouvir.


Antigamente uma correspondência levava meses para ir de uma cidade a outra, transportada por um mensageiro a pé.  Com a evolução dos tempos, veio o cavalo, o trem, o avião, que reduziram as distâncias e o tempo.


Hoje, uma mensagem é transportada a uma velocidade de 8.400 km/segundo, quase instantaneamente. As pessoas se relacionam com o mundo através da Internet. Mas, nesse mundo globalizado, essas mesmas pessoas se entocam, se enclausuram, deixam de conviver, de simplesmente estar uns com os outros, pelo simples prazer de estar junto. A sociedade de hoje prima pela pobreza relacionamental. É raro um amigo visitar o outro, muito mais difícil é fazer novas amizades. 

“Não fique só”, disse dom Helder Câmara. O caminho da felicidade é procurar velhos amigos para conversar, discutir projetos, compartilhar dúvidas e inquietações. É aproveitar as oportunidades de se fazer novas amizades.


Recentemente, eu e minha mulher fomos a um casamento. Eu garanto que todos já viram este filme. Há pessoas que se retiram antes do término da cerimônia religiosa e correm para o salão de recepção, se aboletam nas mesas a guardar lugar para amigos e familiares. Outros já vão direto ao local da festa, nem passam pela cerimônia. Quando lá chegamos, as mesas, de dez lugares estavam todas ocupadas por apenas um casal cada. Saímos perguntando: “Esses lugares estão disponíveis?” A resposta era a mesma: “Não, a família está a caminho.” Essa atitude, a meu ver, é egoística e segregadora. Restavam-nos as alternativas: ficar em pé, o que não é agradável, sobretudo para as senhoras de salto alto, reclamar junto ao cerimonial, ou sentar na marra, gerando um conflito.


Já estávamos resignados a ficar de pé, encostados a um pequeno balcão, quando fomos salvos por nossa filha que encontrou lugar em uma mesa ocupada por simpático casal.


Vocês nem imaginam como foi rica a experiência de compartilhar idéias, pontos de vista, opiniões e impressões com esse agradável casal recém-conhecido. No final trocamos cartões. Nosso genro e filha, ambos veterinários, ao que parece, até ganharam novos clientes.


Quando vou sozinho ao restaurante Chica Pitanga, perto de meu escritório em Boa Viagem, a recepcionista sempre pergunta: “o sr. aceita compartilhar a mesa?”
A maioria das pessoas prefere almoçar sem a companhia de estranhos, mas eu sempre digo que sim. Via de regra surge um papo interessante, pois para mim todas as pessoas são interessantes. Sempre temos algo a aprender com alguém, por mais inesperado que seja. O Dalai Lama, em seu excelente livro “A Arte da Felicidade”, diz que adora partilhar as inquietudes de chefe de estado do Tibete com a camareira ou faxineira dos hotéis em que se hospeda. As pessoas se sentem importantes e valorizadas, diz ele, e sempre têm alguma contribuição a dar. 

Muitos relacionam felicidade com a satisfação de seus desejos. Porém o desejo só existe enquanto não for alcançado. Você pode pensar que será feliz somente se, por exemplo, for aprovado num concurso, se aposentar, ou obtiver certos bens materiais. Porém, alcançar um desejo é apenas o início de novos desejos. No momento em que você o realiza, surgem outros, você passa a desejar mais, pois sempre haverá algo a ser almejado.


Outros confundem felicidade com prazer, porém, a felicidade que advém unicamente do prazer é instável, especialmente se for prazer físico. Uma vez desaparecido o objeto do prazer, ela deixa de existir.


Para os budistas, a felicidade é desapego, é libertação dos desejos. Para eles, as boas ações que você vai acumulando formam o seu “Campo do Mérito”, constituído pelos registros positivos de nossa mente, que resultam de todas as ações positivas. O estoque de mérito é que vai determinar as condições favoráveis para as vidas futuras, dizem eles. Um meio de acumular méritos envolve a tolerância, respeito, confiança nas outras pessoas.


A felicidade está diante de nós, aqui e agora. Não a deixemos passar.

Namastê.                                             
          
                                    

Alberto Bittencourt
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Governador do Centenário, 2004/05 D-4500
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LA BUENA VOLUNTAD

El concepto de La Buena Voluntad es parte inherente al quehacer rotario, el cual constituye parte esencial  del Objetivo de Rotary.

 

Durante la Convención de RI de 1921, que se llevó a cabo en Edimburgo, Escocia, se incorporó formalmente la sección relacionada con el Servicio Internacional al Objetivo de Rotary, dando con ello el nacimiento a la Cuarta Avenida de Servicio, estableciéndose que “La comprensión, LA BUENA VOLUNTAD, y la paz entre las naciones, a través del compañerismo de las personas que en ellas ejercen actividades profesionales y empresariales, unidas en torno al Ideal de Servicio”

 

Tanto, en la Misión de Rotary International, como, en la Misión de La Fundación Rotaria, encontramos que LA BUENA VOLUNTAD, son parte de ellas.

 

Así por ejemplo, todos los Programas de La Fundación Rotaria, llevan implícito el valor de LA BUENA VOLUNTAD, especialmente los relacionados con las becas, donde sus integrantes son conocidos como embajadores de BUENA VOLUNTAD.

 

Paul Harris nos señala: “Al promover la buena voluntad y la comprensión internacional, debe uno recordar la importancia de transmitir nuestro mensaje a gran número de personas – afiliadas a Rotary o no – y tener en cuenta que individualmente es imposible llegar a un público tan numeroso”

Enmanuel Kant (1724-1804), el pensador más riguroso de la ética en el Occidente moderno, hizo, en su Fundamentación para una metafísica de las costumbres una afirmación de grandes consecuencias: «No es posible pensar algo que, en cualquier lugar del mundo e incluso fuera de él pueda ser tenido irrestrictamente por bueno, sino LA BUENA VOLUNTAD». Traduciéndolo a nuestro lenguaje: LA BUENA VOLUINTAD es el único bien que es solamente bueno y al cual no cabe hacer ninguna restricción. LA BUENA VOLUNTAD es sólo buena o no es.

Hay aquí una verdad con graves consecuencias: si LA BUENA VOLUNTAD no resulta ser la actitud previa a todo lo que pensamos y hacemos, será imposible crear una base común para todos. Si todo lo pongo bajo sospecha y no confío en nadie, entonces, será imposible construir algo que nos congregue a todos. O dicho positivamente: sólo contando con LA BUENA VOLUNTAD de todos puedo construir algo bueno para todos. En momentos de crisis es LA BUENA VOLUNTAD el factor principal de unión de todos de cara a una respuesta que supere la crisis.

 

Pensamos que si cada rotario, practicará LA BUENA VOLUNTAD en los diferentes niveles de acción que le corresponde como tal, seríamos capaces de marca la diferencia en el mundo.

 

Buena voluntad al interior del Club; buena voluntad en nuestra profesión u ocupación; buena voluntad para enfrentar las necesidades de nuestra comunidad y buena voluntad en mejorar las relaciones internacionales, son el medio para sentirnos útiles como seres humanos, donde el yo se junta con el tú, para crear el nosotros.

 

 AUTOR:

 Fernando Amengual del Campo

 Director HojaNoticias

fernandoamengual@gmail.com

  
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Sabedoria nos negócios

                 Muito se tem discutido de como descobrir os elementos formadores de um profissional e empresa de sucesso e qual o ponto de intercessão entre cada uma dessas características. Noutras palavras, encontrar a equação dos ingredientes de sucesso. O foco central da "empresa lucrativa" possui uma nova concepção cultural - afirma o professor Marins e há de ser diferente em tudo o que faz, sobretudo, nas estratégias utilizadas para ser diferente, no mercado em que atua. A empresa para colocar-se, no topo do ranking, há de ser possuidora de valores mais qualitativos que quantitativos - afirma o consultor de empresa professor Mário Di Persona. Entre os múltiplos atributos de sucesso, ressaltam-se: experiência de mercado, agilidade na tomada de decisões acertadas, mercê às contínuas transformações de mercado e consumidores, ter nos seus colaboradores e clientes a expressão maior do seu capital, treinamento contínuo do seu pessoal de atendimento, levando-os à consciência objetiva de que os mesmos se constituem no grande diferencial da empresa hodierna e globalizada, conhecer a "força da concorrência", pesquisar o mercado em que atua, saber encontrar o "homem certo" para o "lugar certo", nos seus quadros de gestão, enfim, ter o "foco do cliente e não o foco no cliente". Agrega-se, ainda, a tão propalada responsabilidade social da empresa: "servir aos mais necessitados". Quanto mais conscientes estiverem os colaboradores e gestores da empresa da necessidade de inter relações entre os diversos segmentos da empresa, maiores serão as chances de lucratividade e continuidade de mercado - afirma o escritor Roberto Shinyashiki. Em nada adianta ser mais uma empresa para atuar no mercado. A empresa lucrativa, portanto, há de estar eivada de "sabedoria nos negócios", ou seja: ser organizada, possuir estratégias de gestão, inovar-se, a cada momento, ter marketing de relacionamento com os seus consumidores, "ouvir as cabeças, que têm na empresa", ter bom senso na tomada de decisões, ter postura ética nos negócios, estar focada para as necessidades dos seus clientes, enfim, ter um produto ou serviço de primeira qualidade.




João Gonçalves Filho ( Bosco)  - da Academia Limoeirense de Letras

 Autor:

João Gonçalves Filho (Bosco)

Ideias – Artigo publicado, no Jornal Diário do Nordeste, em 21/06/2010.

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EQUIPE DA SHELTERBOX VAI PARA INUNDAÇÃO QUE ATINGIU BRASIL
 

 


Dias de chuvas torrenciais, enchente e cidades inteiras "varridas" do mapa. Estes são os relatórios do Nordeste do Brasil, onde cerca de 100.000 pessoas perderam suas casas.
O estado de Alagoas tem sido o mais afetado. O Rio Mundaú inundou a cidade de União dos Palmares e a cidade de “Quebrangulo” foi quase totalmente submersa pelas águas da enchente.
Na quarta-feira, 23 junho duas pessoas ShelterBox Response Team (SRT) foram mobilizadas e chegarão ao Recife, Brasil, na tarde de sexta-feira. Os membros da SRT “Pat Prendergast” (UK) e “Phil Duloy” (Reino Unido) estão coordenando o atendimento inicial.


Phil acabou de voltar do Haiti e estava no aeroporto, quando recebeu o telefonema pedindo-lhe para voar para a América do Sul. Ele terá 48 horas antes de voltar aos atendimentos pela Shelterbox.
"Eu estou realmente ansioso para chegar lá e iniciar os trabalhos de ajuda", disse ele. "Podemos ver nas imagens da TV que é evidente a necessidade.”
"Essa implantação será tão desafiadora quanto a do Haiti, mas o objetivo é o mesmo, mais abrigos emergenciais para as famílias necessitadas o mais rápido que pudermos"

APOIO ROTARY


A equipe estará trabalhando com Rotarianos do Brasil e com Conrado Orsatti coordenador da ShelterboxBrasil que eles vão encontrar quando chegarem no país.
Os três estarão fazendo tudo ao seu alcance para entregar a ShelterBox onde é mais necessário e para limpar o caminho para a ajuda logística da entrega.
O Chefe de Operações da Shelterbox, John Leach, disse: "Historicamente, tem sido extremamente difícil para ShelterBox ajudar o Brasil, mesmo quando houve uma necessidade evidente.”
"Agora há uma clara necessidade de ajuda ao Brasil e nós estaremos fazendo tudo ao nosso alcance, tanto aqui no Reino Unido e com os nossos contatos do Rotary no Brasil, para eliminar a burocracia e obter abrigo de emergência às famílias em necessidade desesperadoras”
Esta área do Brasil está propenso a enchentes e em Maio do ano passado inundações de uma magnitude semelhante desabrigou cerca de 380 mil pessoas.


VEJA A REPORTAGEM E AS FOTOS ABAIXO:


 
EM BARREIROS (PE), ABRIGOS SÃO MAIS DISPUTADOS QUE COMIDA
 
Em Barreiros (114 km de Recife), na divisa entre Pernambuco e Alagoas, a corrida ontem (23) era por uma vaga em abrigos do município.
Durante a tarde, a fila de quem buscava vaga em uma das escolas que se transformaram em abrigo era maior do que a de quem esperava por alimentos. "Comida a gente dá um jeito. O que não pode é dormir na chuva", disse Josefina Luz, 37, que teve a casa destruída.
Desde a noite de sábado (19), centenas de pessoas ocupam o prédio da rodoviária. Do outro lado do rio Una, desabrigados vivem de maneira provisória na igreja, uma das poucas construções que ficaram em pé no bairro Riuna.
Quem não conseguiu lugar nos prédios públicos ou de parentes montou barracos ao relento. "Estou com minha sogra, marido e três filhos embaixo de uma árvore", conta Deisiane Jesus da Silva. Segundo ela, a água começou a subir na madrugada de sábado, às 8h.
Segundo dados preliminares da prefeitura, pelo menos 2.000 pessoas estão desabrigadas. Há o registro de um morto. Muitas deixaram a cidade, em especial quem não era dono dos imóveis em que vivia. "Eles abandonaram a casa e se mudaram com o que restou', diz a funcionária pública Edilene Silva.
A costureira Josineide Soares Ferreira passou os últimos dois dias sentada em frente aos escombros da casa que comprou em julho do ano passado. Diz que fica lá por "estar ainda perdida" e também para proteger de vândalos o que pode ter restado debaixo dos escombros.
"Espero que Deus me ajude a reconstruir, porque sozinha eu não consigo", diz ela, que ainda tem 19 anos de financiamento para pagar. "Só salvei minha máquina de costura e a geladeira." Muitos dos afetados decidiram deixar a cidade.
Na rua de Josineide, pelo menos cinco pessoas foram embora. "Não querem passar por uma cheia dessas de novo", diz ela. Nas redondezas, ruas inteiras desapareceram. Não há energia elétrica ou água potável.
Mesmo a parte da cidade que não foi atingida pela cheia é afetada pelo caos. Sem uma das pontes e com acesso a carros fechado, as ruas têm montes de entulhos. Não há mais comida nos mercados. O comércio ainda não reabriu as portas.
 

 
Rotary: Com mais dois clubes, Francisco Beltrão se torna a cidade mais ‘companheira’ do Brasil
 



Agora o município conta com dez clubes, uma das maiores per capitas de rotarianos do mundo.
Francisco Beltrão é a cidade mais companheira do Brasil.” Essa frase foi mencionada pelo rotariano EGD Maurício Alves, instrutor distrital, em um dos primeiros discursos da solenidade de entrega dos diplomas de admissão e instalação de dois novos clubes de Rotary em Francisco Beltrão na última terça-feira, 25, no centro social do Santa Fé Clube de Campo.
Com a instalação dos clubes da Cidade Norte e Vila Nova e a posse de 48 membros, Francisco Beltrão passa a ter uma das maiores per capitas de rotarianos do mundo. Com uma população de 76 mil habitantes e uma quantia de 382 rotarianos, no município, a cada 205 pessoas, uma faz parte de algum dos dez clubes. “Eu ainda vou fazer uma pesquisa nos 534 distritos espalhados pelo mundo para saber se há algo parecido com o que acontece em Francisco Beltrão. Mas acho pouco provável, aqui se vive Rotary intensamente”, comenta o governador do Distrito 4640, César Scherer, de Marechal Cândido Rondon. Ele comemora a marca de 2.400 rotarianos no distrito, que também se destaca em nível nacional. “Só neste ano, sem contar esses dois de Beltrão, já instalamos cinco novos clubes. O último foi em Santa Izabel D’Oeste, onde também estivemos presentes na cerimônia.”
Edgar Behne, indicado para governador do distrito na gestão 2011/2012, diz que um evento como este é inédito nesta região. “Instalar dois novos clubes de uma mesma cidade em um só evento é algo que não se vê todos os dias. Eu arrisco a dizer que é algo inédito no Brasil. Isso mostra a força da família rotária em Francisco Beltrão.”
Para Névio Úrio, presidente da Comissão Distrital de Expansão, o município tem números impressionantes. “Nossa média de membros por clube é de 38,2, superior ao índice nacional. Então, nossos clubes aumentam significativamente. A gente empossa 30 e, no mês seguinte, já temos mais 40 rotarianos.”
O prefeito de Francisco Beltrão, Wilmar Reichembach (PSDB), elogiou a disposição dos clubes durante o evento de terça-feira. “O município se orgulha do Rotary. Sabemos que esses clubes divulgam o nome de Francisco Beltrão para todo o Brasil, pois somos uma referência”, analisa.
Novos clubes
O Rotary Club de Francisco Beltrão, o mais antigo do município, foi o padrinho do clube da Cidade Norte, que já tem 22 membros. O mesmo aconteceu com o Rotary Club Integração, que instalou o da Vila Nova, com 26 integrantes.
“Para nós, é uma honra entrar para o Rotary, uma das maiores forças do mundo em prestação de serviços. Eu até fiquei surpreso, não imaginava que havia proporções tão grandes em torno da união de todos os distritos do planeta”, comenta Arli Sonda, presidente do Rotary Club Cidade Norte.
Para Hernan Vielmo, presidente do Rotary Club de Francisco Beltrão, a Cidade Norte incorporou o espírito rotário com facilidade. “Nós acompanhamos as reuniões deste clube e sabemos que já estão muito bem preparados para assumir as responsabilidades de um Rotary. É um clube que tem tudo para dar certo.”
André Ruaro, presidente do Rotary Club Vila Nova, disse que o clube está de portas abertas para a comunidade. “Vamos buscar projetos de apoio à sociedade. E, desde já, gostaria de deixar o nosso clube à disposição para quem queira sugerir qualquer prestação de serviço, pois estamos muito motivados em servir.”
Para o presidente do Rotary Club Integração, Eocídio Biavatti, o clube da Vila Nova deu um exemplo superação. “Em apenas três meses, este clube se formou, se preparou e foi empossado. Lembro que na primeira reunião, houve duas pessoas. Na segunda, este número aumentou para quatro. Parecia uma obra que crescia tijolo por tijolo.”
O Rotary Club Vila Nova já tem até o primeiro projeto agendado. Trata-se do 1º Aquecer Artístico, que acontece no dia 2 de junho, no anfiteatro da Unioeste, às 20 horas. Na programação, a apresentação da Orquestra Sanfônica de Pato Branco. O ingresso é um agasalho e um quilo de alimento, que serão doados para pessoas menos favorecidas. “É uma forma de proporcionar cultura e oferecer alimento e agasalho para quem precisa em um só evento”, finaliza André.
Matéria do Jornal de Beltrão em 27 de maio de 2010 por Adolfo S. Pegoraro (também empossado como sócio fundador do RC FNB Vila Nova)
 

 

 


 Edson C. Flessak
 Rotary Club de Francisco Beltrão III Milênio
 Distrito 4640
edson@flessak.com.br

 

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Opinião Trajetória de luta


João Gonçalves Filho (Bosco) - Academia Limoeirense de Letras
Artigo publicado, no Jornal O Estado, em 27 de maio de 2010.
 
Os cearenses, orgulhosamente, comemoram com entusiasmo o centenário do seu filho mais ilustre – D. Hélder Pessoa Câmara, nascido no dia sete de fevereiro de 1909, em Fortaleza. Nunca será demais exaltar esta figura humana singular e nordestina. Foi um profeta, pastor católico, poeta, escritor, conferencista internacional, um ser humano, que devotou toda sua vida em ver unidos o projeto infinito do desejo de vida, justiça e fragilidade da figura humana.
Toda a sua vida esteve centralizada em ações concretas para a construção de uma sociedade mais justa, fraterna, equilitária e solidária. O seu grande desafio era atacar as causas maiores da injustiça, como: concentração de renda, da propriedade rural, da exploração do trabalho humano, da falta de escola com qualidade para todos e das desigualdades regionais, particularmente a do Nordeste.
Para d. Hélder, a pobreza humana e rural somente seria amenizada ou erradicada, implantando-se mudanças estruturais, na sociedade brasileira, aglutinação dos mais humildes numa causa comum, execução de uma ampla e profunda reforma agrária, educação com qualidade para todos, e uma política governamental eivada de programas sociais consistentes, que possibilitassem uma justa distribuição de renda. E mais: “estas mudanças estruturais – afirmava d. Hélder – só iriam acontecer com uma nova consciência cidadã da população mais carente, frequentando escola, participando de sindicatos, comunidades de bairros, discutindo sobre seus direitos e deveres, politizando-se, adquirindo consciência para conduzir o seu próprio destino e fazer a sua própria história“.
Foi d. Hélder, indubitavelmente, um marco na Igreja Católica, no Brasil, um precursor de uma Igreja voltada para os pobres através da Teologia da Libertação, profundamente, dentro da sua missão evagelizadora. Sua influência não se limitou ao Brasil: as numerosas viagens feitas ao exterior fizeram dele uma figura, mundialmente, conhecida, admirada e querida.
Foi um dos idealizadores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), organização copiada por bispos de outros países, e o seu primeiro presidente.
Para críticos de sua ação pastoral: “foi dom Hélder o bispo dos pobres, que soube atrair as atenções de todos os que trabalham e passam fome, em favor de uma sociedade mais justa, não importando o seu credo religioso”.
 
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Curtas do Quadro

\"MembershipCurtas do Quadro Associativo
Maio/Junho
2010

Quadro associativo, seu clube e o Plano Estratégico do RI


O novo Plano Estratégico procura fortalecer os clubes e oferecer a estrutura necessária para que clubes e distritos sejam bem-sucedidos no futuro. Este plano simplificado, mostra que o futuro do Rotary está em clubes fortes, determinados e reconhecidos por suas realizações.   

Então, por que o Plano Estratégico é importante para o desenvolvimento do quadro associativo de seu clube? A resposta é simples: clubes dinâmicos atraem novos associados e são motivo de orgulho para associados já existentes. Quem não gostaria de pertencer a um clube atuante, cujas contribuições ajudam a melhorar as vidas das pessoas em suas comunidades e no mundo inteiro?  

Pense em como seu clube atende à prioridade de fortalecer e apoiar os clubes, respondendo às seguintes perguntas:

  • Que três abordagens inovadoras seu clube implementou - ou implementará - para tratar de questões relativas ao quadro associativo em sua região? 
  • Como seu clube se tornou mais flexível para acomodar as necessidades de profissionais mais jovens? O que especificamente você fez - ou pode fazer - para atrair associados diversificados de sua comunidade? 
  • Qual é a diferença do recrutamento e retenção de associados hoje em dia, comparados a 5, 10 e 20 anos atrás? 
  • O que seu clube oferece a associados atuais e em potencial em termos de oportunidades de desenvolvimento da capacidade de liderança?

Estas perguntas o farão refletir sobre como os esforços para a ampliação do quadro associativo apoiam a Missão e a Visão do Rotary International e como o seu clube pode agir para se tornar parte integral do processo de implementação do Plano Estratégico.

Alguns recursos úteis para seu clube:

Conselho de Legislação de 2010: novidades sobre o quadro associativo


O Conselho de Legislação se reúne a cada três anos para deliberar e atuar sobre as propostas de emendas e resoluções apresentadas por clubes, conferências distritais, conselho geral, conferência do Rotary para a Grã-Bretanha e Irlanda ou conselho diretor do RI. Aqui estão alguns destaques do Conselho de Legislação de 2010: 

  • Os E-clubs se tornaram parte permanente do Rotary International.
  • Uma Quinta Avenida de Serviços foi adicionada: Serviços às Novas Gerações.
  • Rotarianos sendo transferidos e ex-rotarianos devem obter um certificado do conselho diretor do último clube a que pertenceram, comprovando que eram associados daquele clube. 
  • Nenhum clube pode limitar a associção com base na orientação sexual do candidato.
  • Foi solicitado ao conselho diretor do RI que proponha ao próximo Conselho de Legislação um novo tipo de associação: associado de clube satélite. 

Acesse o site do RI para mais informações sobre o Conselho de Legislação de 2010.


Subsídios para Relações Públicas


Ainda dá tempo de incentivar os líderes distritais a solicitar um Subsídio para Relações Públicas. O prazo só vence no dia 15 de julho. 

Aumentar a projeção da imagem pública da organização, uma das três prioridades do Plano Estratégico, é essencial para atrair novos associados ao Rotary. Leia mais a respeito da percepção pública sobre o Rotary e da importância de ações de relações públicas em sua comunidade no relatório dos grupos de análise de 2008-09. Um relatório atualizado estará disponível no site do RI em meados de junho.  



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Editora: Jennifer Frisbie, Coordenadora sênior 

Divisão de Desenvolvimento do Quadro Associativo
Rotary International
www.rotary.org

membershipminute@rotary.org

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EGD Seizi Kawano: Conselho de legislação 2010 - resumo

Companheiros

Segue anexo a apresentação sobre os projetos votados no ultimo conselho de legislação em Chicago, apresentada pelo EGD Seizi Kawano do RC de Ivaiporã na Conferencia da Familia em Marechal Candido Rondon D4640.

Tomei a liberdade de retirar as fotos devido ao tamanha da mensagem (16Mb total).
Quem quiser a apresentação completa ou as fotos, é só solicitar que eu nvio.

Abraços

Edson Carlos Flessak
RC Francisco Beltrão III Milênio D4640.
edson@flessak.com.br
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BOLSAS DE ESTUDO MEXT
 
Consulado Geral do Japão em São Paulo

10.06.2010

BOLSAS DE ESTUDO MEXT

Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão (Monbukagakusho)

Graduação, Escola Técnica Superior e Curso Profissionalizante

  2011

             O Governo do Japão, através do MEXT *, oferece as bolsas de estudo para brasileiros que queiram estudar em universidades e escolas japonesas, com passagens de ida e volta, bolsa mensal e isenção de taxas escolares.

             Para pleitear as bolsas de Graduação, Escola Técnica Superior ou Curso Profissionalizante, os requisitos mínimos são: nacionalidade brasileira, idade entre 17 e 21 anos em 01/04/2011, ensino médio completo ou conclusão até dezembro de 2010, fluência na língua inglesa ou japonesa e disponibilidade de embarque na primeira semana de abril de 2011.

As inscrições serão recebidas gratuitamente no Consulado Geral do Japão em São Paulo até o dia 25 de junho de 2010.

                O informativo completo com a documentação necessária e a ficha de inscrição das bolsas estão disponíveis em nossa homepage: www.sp.br.emb-japan.go.jp (clicar em “Cultura e Educação” e “Bolsas MEXT”)

As dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone: (11)3254-0100 r. 356 ou através do e-mail: cgjcultural5@arcstar.com.br .

            Contamos com a colaboração no sentido de divulgar essa oportunidade.

Atenciosamente,

   Anderson Morishita

   Student Adviser

   Consulado Geral do Japão em São Paulo

   Departamento Cultural 

 Consulado Geral do Japao <cgjcultural3@arcstar.com.br>

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Deseja estudar no Japão?  Acesse: http://www.sp.br.emb-japan.go.jp/pt/cultura/bolsa1.htm

Bolsas de Graduação, Escola Técnica Superior e Curso Profissionalizante:

Inscrições abertas de 01 a 25 de junho de 2010


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BOLETIM SERVIR
Encaminho, para conhecimento e divulgação, o Boletim Servir nº 3.809, do Rotary Club de São Paulo, D-4610.
 
 
 
 
 
ROTARY CLUB DE SÃO PAULO
BOLETIM SERVIR -
 
 
Prezado(a) Companheiro(a),
 
CLIQUE AQUI para ler o Boletim SERVIR n.º 3809 do dia 11 de junho de 2010.
 
Saudações rotárias,
Francisco Carneiro de Souza
Presidente
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20 CONSELHOS A UM VOLUNTÁRIO

Alberto Bittencourt

Ao se incorporar a qualquer grupo de voluntários para consecução de um objetivo, seja de ordem pessoal, social ou ambiental, antes de mais nada é preciso manter viva a consciência de que você está motivado exclusivamente pela alegria de seu coração e pela vontade de compartilhar uma visão comum.

Aqui vão algumas dicas para trazer alegria e sentido à sua presença física no grupo:

1 – Procure conhecer a missão e os objetivos do grupo. Estude as metas e

sonhos dos participantes. Discuta os procedimentos e métodos de ação.

2 – Preste a atenção nas pessoas, pois todos têm um papel a desempenhar, um talento com que contribuir. Não tente “reinventar a roda”, utilize os dons, talentos e a experiência de cada um para o fortalecimento do coletivo.

3 – Conecte-se consigo mesmo e com o seu Mestre Interior para identificar o seu papel. Reflita sobre o que você está fazendo. Pense em como você se sente e nas razões que o levaram a entrar para o grupo.

4 – Concentre-se mais na qualidade das informações trocadas, do que nas aparências externas.

5 – Abra-se para cooperação, não para a competição, pois esta promove a separação; a cooperação leva à unidade.

6 – Verifique a pertinência de todas as orientações. Receba-as com alegria no coração.

7 – Seja ilimitado em seu pensamento. Pensamento de qualidade leva a uma vida de qualidade.

8 – Deixe a sua imaginação fluir. Lembre-se que a imaginação é o primeiro passo para realizar um sonho.

9 – Manifeste sua visão. Procure ser claro e objetivo.  Lembre-se do poder da palavra. Empregue sempre a linguagem positiva do paradigma da unidade para incrementar a integração.

10 – Faça o que diz – seja um exemplo vivo.

11 – Dê todas as informações, tempo, energia e abundância que puder. Esteja sempre disponível para o trabalho.

12 – Seja fluido e flexível. Não tenha medo de mudar.

13 – Prefira interpretar tudo em sua vida de uma forma positiva. Seja um otimista, encare as dificuldades e problemas como desafios.

14 - Sintonize e potencialize a sinergia do grupo. Idéias e ações nascerão espontaneamente.

15 – Cultive as amizades, crie relações afetivas para que todos queiram estar juntos pelo simples prazer de estarem juntos.

16 – Divulgue seu trabalho voluntário entre seus colegas de profissão, em sua família, seus círculos de amizade. Arregimente novos companheiros.

17 – Compareça às articulações, participe das manifestações, marque sua presença.

18 – Tome iniciativas, proponha novas ações, traga novas idéias, busque parcerias.  

19 – Seja mais do que simpatizante, seja um militante, capaz de correr riscos, lançar-se na incerteza sem temer o fracasso na busca do sucesso. 

20 – Relaxe e deixe brotar em seu coração a semente do amor.

 F I M

 Alberto de Freitas Brandão Bittencourt  abitt9@gmail.com

 


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 MARIA APARECIDA DE MORAES GOMES PEREIRA 
 Geographin -
 São Paulo - SP - Brasilien
 Cel:(00 55 11) 9970-5046 (Handynummer) 
 
RC Santiago-Monumental (Rep. Dom.): Donacion Computadoras
 

Buenas:
 
A finales del 2009 el Club Rotario Santiago Monumental recibio una donacion de computadoras de la empresa Levi's a traves de su representante Elizabeth Carlo y nuestro CR Elpidio Infante que sirvio de enlace.
De esta partida de computadoras; 3 labtop estaban siendo revisadas, chequeadas y acondicionadas para su posterior donacion. Dos de ellas han sido entregadas a:
 
1.- Patronato De Ciegos Filial Santiago. Representante Maria Palacios.
2.- Onesimo Mariano Vargas (Mario), Becado de nuestro Club en la Carrera de Medicina en UTESA.
 
La 3ra y ultima sera entregada a la Cooperativa de Villa Bao, manejada por el GRFC de esa comunidad (apadrinada por nuestro CLub).
 
Gracias a Rafimir por dedicar su tiempo en chequear y acondicionar las Labtop para su uso; a Elpidio Infante por servir de enlace para esta donacion de Levi's, a Edgarkis y Oscar quienes facilitaron sus vehiculos para el tranporte de las computadoras;en fin a todos los que de una manera u otra participaron de este proceso.
 
Gracias 1000 y que Dios los Bendiga.
 
Anexo las fotos al momento de la entrega.

--
Angel Francisco Cordero Tobar (Pacho)
Club Rotario Santiago Monumental Distrito 4060
Santiago. República Dominicana.
www.clubrsm.org
Presidente 2009-2010
Secretario 2007-2008, 2008-2009
Mangueras Cordero, CxA
809-576-0007, Fax: 809-576-0005
Cel: 809-757-5332 y 809-857-5332
clubrsm@gmail.com

Prezados Companheiros Rotarianos,
 
Encaminho, para conhecimento e divulgação, projeto desenvolvido pelo RC Santiago-Monumental, República Dominicana, D-4060.
 
Saudações Rotárias,
 
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artigo EGD Fernando Amengual: PRESENTACIONES EN POWER POINT

                            PRESENTACIONES EN POWER POINT
 
Ya es habitual que en los Seminarios  de Capacitación, charlas y eventos rotarios, el uso de Power Point. Esta herramienta de apoyo  usado en múltiples ocasiones, desde hace un cuarto de siglo, que se estima que cuenta con 500 millones de usuarios en el mundo, donde al día se realizan 30 millones de presentaciones.
Los expertos en esta materia, señalan que, así como tiene fanáticos, el PP también cuentas con críticos que reclaman sobre el abuso y mal uso de esta tecnología, alegando que prioriza el formato sobre el contenido, simplificando la información e interfiriendo con la calidad comunicativa, especialmente en áreas tan relevantes como la educación.
Hay otros que expresan, que no todas las materias pueden ser aplicadas con esta herramienta y que PP se debe utilizar más que nada para comunicar ideas y dejar en el interlocutor un concepto, agregando que es común que el profesor o quien da el discurso mira a la pantalla en vez de mirar al público; en ese caso el PP se usa como un torpedo en vez de un elemento de apoyo. Es preferible que en las presentaciones a veces aparezca una sola gran palabra en la pantalla; con eso se apoya la idea que se está explicando.
Se señala también, que uno de los principales errores es sobrecargar de imágenes, gráficas, textos y animaciones cada transparencia, lo que termina quitándole protagonismo a quien habla, entorpeciendo el mensaje o, peor aún, aburriendo a la audiencia.
El PP, es un recurso que mal, utilizado, afecto el mensaje y que se ha transformado en un fin en sí mismo cuando debiera ser un accesorio.
Guy Kawasaki, uno de los mayores especialistas mundiales en el ámbito de las nuevas tecnologías, sentencia que una presentación de Power Point, no debe tener más de 10 diapositivas, no durar la presentación más de 20 minutos y no tener ningún texto con de 30 de tamaño.
A continuación entregamos algunos consejos para el uso del PP, que son el resultado de las experiencias en este campo:
1.-Power Point es un apoyo para el orador. No es la exposición en sí.
2.-Hacer presentaciones sencillas, con poco texto, y no usar más de 10 diapositivas.
3.-Utilizar fuentes y tipografías legibles y de buen tamaña.
4.-No abusar de animaciones, gráficas e imágenes. Si se usan, que sean de buena calidad.
5.-Evitar el uso de muchos colores. Nunca usar tonos fosforescentes que cansan la vista.
6.-En lo posible, no utilizar las plantillas (fondos, recursos gráficos) que trae el programa. Innovar es la consigna.
7.-No leer las diapositivas y mantener el contacto visual con la audiencia.
Es importante que los rotarios utilicemos estas herramientas tecnológicas para entregar el conocimiento sobre Rotary, que tanto falta hace para crear la mística y transformarla en acciones de servicio.
 
 
                                                                     Fernando Amengual del Campo
                                                                           Director HojaNoticias
                                                           fernandoamengual@gmail.com
 
 

Prezados Companheiros Rotarianos,
 
Encaminho, para Conhecimento e Divulgação, Editorial do Boletim “Hoja Noticias”, do RC San Bernardo, Chile, D-4340, de autoria do EGD Fernando Amengual Del Campo.
 
Saudações Rotárias,
 

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artigo comp. Genésio Vivanco: NÚCLEOS ROTARY DE DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO
“Nenhuma idéia é grande demais, nenhum plano é grandioso o suficiente”
– Frank J. Devlin, ex-Presidente do RI, 2000-01.


Quando assumimos a presidência do Rotary Club de São Paulo – Santo Amaro, sob a liderança do Presidente RI Richard King, fomos brindados com um lema instigante e desafiador: “A Humanidade é Nossa Missão”. Sucedia ele, então, ao não menos ilustre e sonhador, Presidente RI Frank Devlin, que, na passagem do milênio nos chamara à reflexão sobre os problemas sociais que enfrentamos e nos exortara a ter fé inabalável “no poder e visão do Rotary”.

Dois lideres, duas visões de futuro, dois homens preocupados e sonhadores, que vivem Rotary como o instrumento fundamental da realização da paz social e do bem estar de toda humanidade. Somos participantes desse ideal, pois somos rotarianos, e não podemos deixar de refletir sobre tais sentimentos e ações.

Esse poder e essa visão de Rotary foram apanágio de seu futuro já em sua fundação. De fato, quando Paul Harris fundou o Rotary, longe estava de supor que ao completar cem anos de existência, sua visão estivesse distribuída entre mais de um milhão de homens dedicados ao ideal de servir, com sólida reputação, em cerca de 160 países componentes da comunidade internacional.

Muito menos, ainda, que o poder que sua organização desenvolveu não se funda no ter ou no ser, mas, sim, no FAZER, a que se referiu o ilustre jurisconsulto Pontes de Miranda, quando afirmou que;”É importante ter e é importante ser. Mais importante, ainda, é fazer”. Por isso, o companheiro Carlos Henrique, do RC do Rio de Janeiro (D 4570) , transpôs para o Rotary essa frase: “É importante ser rotariano; é importante ter companheiros e amigos no clube, no distrito, no Brasil e no mundo; porém, MAIS IMPORTANTE, AINDA, É FAZER, isto é, promover, através de nossa atuação, a concretização dos ideais do Rotary em cada uma de suas Avenidas”.

Histórica, política e economicamente considerada a evolução da humanidade e das comunidades existentes, durante muito tempo responsabilizar o Estado pela solução de todos os problemas, era regra geral. Hoje, com um universo globalizado, altamente competitivo e desenvolvido teconologicamente, como lembra o companheiro Gustavo Alberto, também do RC do Rio de Janeiro , “o Estado moderno está revendo sua posição” na medida em que “se vê forçado a repassar para a iniciativa privada, diversas tarefas que, até então, estavam sob sua responsabilidade”.

Não nos cabe neste modesto trabalho, discutir os rumos do novo Estado nesse limiar do terceiro milênio, confrontando as teorias políticas pertinentes. Cabe-nos, sim, dizer que o Rotary, de acordo com sua visão e missão institucional, vem atuando, a margem do Estado, mas inserido no ordenamento jurídico internacional, apontando as formas como se pode realizar o bem coletivo, com seus instrumentos apropriados e um acendrado amor ao próximo.

Cabe-nos, pois, apontar a sociedade a forma como o Rotary pode ajudar a fazer, difundindo seu otimismo responsável e fincando a bandeira da paz, com uma visão de futuro fortalecida por esse poder de realização, já demonstrado através dos inúmeros programas executados, com o apoio de todas as organizações envolvidas no processo.

E entramos no objeto, propriamente dito, de nossa participação nesse mesmo processo: os chamados Núcleos Rotary de Desenvolvimento Comunitário, que surgiram como programa rotário por iniciativa do ex-Presidente RI Caparas, em 1.985, e foram devidamente oficializados em 1988. Trata-se de um programa da Avenida de Serviços à Comunidade que busca o envolvimento pessoal dos rotarianos com os problemas da comunidade, visando o encontro de soluções compartilhadas, de modo a oferecer a cada rotariano a oportunidade de "Dar de Si Antes de Pensar em Si", através da função e da responsabilidade social de cada um em melhorar a qualidade de vida dos membros de sua comunidade, servindo ao interesse público.

O propósito desse programa, portanto, é melhorar o padrão de vida individual e proporcionar bem-estar social encorajando os membros da comunidade a contribuir para o alcance desses objetivos dentro de um espírito de cooperação mútua.

Com esse propósito em mente, os rotarianos devem se envolver com a comunidade e com ela, incentivando e desenvolvendo um espírito de cooperação mútua, detectar quais os programas que devem ser considerados como tendentes a proporcionar-lhe bem-estar social, contribuindo para que se torne realidade através de um projeto que seja executado e administrado pela própria comunidade, mediante o patrocínio, orientação e apoio do clube.

A ação do Rotary, na consecução desse programa, num primeiro momento se inscreve dentre os objetivos fundamentais dos Serviços à Comunidade:
a) investigando as necessidades da comunidade, através de levantamentos e análise das circunstâncias específicas da mesma;
b) incentivando os sócios do clube a suplementar esses levantamentos e análises, estudando a comunidade do ponto de vista de sua situação pessoal e profissional;
c) realizando reuniões com outras organizações comunitárias, para discussão e intercâmbio de idéias.

Num segundo momento, observada a Declaração da Comissão de Legislação de RI, de 1.992, a respeito dos Serviços à Comunidade, com sua ação espera-se "conseguir adequado reconhecimento público para seus projetos de Serviços à Comunidade", exercendo uma função catalisadora e transferindo à comunidade ou a outras organizações a responsabilidade pela continuação do projeto, permitindo que o Rotary se envolva em nova atividade.

Assim disposto, os NRDC devem ter por objetivos:

a) encorajar os indivíduos a assumir responsabilidade pela melhoria de sua cidade, bairro ou comunidade;
b) reconhecer o valor e a dignidade de todas as profissões úteis;
c) promover a auto-ajuda através da ação individual e coletiva;
d) encorajar o desenvolvimento do potencial humano na sua plenitude, dentro do contexto da cultura e da comunidade local.

Para tanto, cada Núcleo deve consistir de pelo menos 10 (dez) pessoas, maiores de idade, sem discriminação de sexo, de caráter ilibado e com potencial de liderança, que residam, trabalhem ou estudem nos bairros ou comunidades abrangidos pelo Núcleo.

Para funcionar, o núcleo depende de autorização e reconhecimento de RI, mediante o endosso do governador do distrito, e pode ser patrocinado por um ou mais Rotary Clubs. Estes serão sempre responsáveis pela organização, orientação e apoio ao mesmo núcleo.

Cada núcleo deverá elaborar seus próprios estatutos, observadas as normas e os regulamentos prescritos por RI, devidamente aprovados pelo RC patrocinador e poderão adotar a denominação "Núcleo Rotary de Desenvolvimento Comunitário" ou, se preferir, "Núcleo Rotary de Trabalho Comunitário", devendo sempre acrescentar, em suas comunicações, que "são patrocinados pelo Rotary Club de (nome do clube patrocinador)". Os membros do núcleo não são sócios e não devem ser considerados como rotarianos associados ou iniciantes. .

O núcleo poderá adotar um emblema próprio que será de uso e benefício exclusivo de seus membros, exibindo-o sempre de forma digna e apropriada, direito esse revogável ou pelo desligamento do membro ou pela desativação do núcleo.

A desativação de um núcleo poderá acontecer: a) pelo RI, quando ocorrer inabilidade do mesmo de funcionar de acordo com as normas estabelecidas para os núcleos ou por qualquer outro motivo; b) pelo Rotary Club patrocinador, mediante abandono do patrocínio; c) pelos próprios membros, por sua vontade e determinação.

As atividades dos NRDC serão decididas pelos próprios membros da comunidade, com a respectiva aprovação do clube patrocinador, de acordo com as normas prescritas pelo respectivo Conselho Diretor para atividades e projetos de prestação de serviços do clube.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

O Presidente Jonatham Majiyagbe nos ensina que devemos ESTENDER AS MÃOS a quem delas necessitam. Este lema tem muito a ver com os objetivos da Avenida de Serviços à Comunidade e, sobretudo, com os Núcleos Rotary de Desenvolvimento Comunitário. Através deles estamos assumindo o papel de patronos da realização do bem estar social através do envolvimento público na consecução do bem comum. Tarefa própria de uma sociedade do futuro.

Em um exaustivo e bem elaborado trabalho de capa da Revista Rotária de Novembro de 1.999, nº 929, J. Cimino, companheiro do RC de Barbacena, MG (D 4.580), foi enfático em afirmar que chegou a “hora e a vez de ações solidárias”, e que o “Rotary deve estar sempre sintonizado com as necessidades históricas do momento”.

Com um percuciente poder de síntese, esse analista da realidade chega a seguintes reflexões:

“Se os efeitos nefandos da crise econômica – desemprego, fome, déficit habitacional, violência, alto índice de mortalidade infantil e outros, nós os sentimos na comunidade histórica em que vivemos, por outro lado é também nela que vamos encontrar solução para superá-los.”
“O Governo é uma realidade extremamente distante da comunidade. Não podemos ficar de braços cruzados e alienar nossa responsabilidade, esperando que tudo venha lá de cima. Os tempos demandam ações rápidas.”

“Antes de tudo é preciso acreditar na comunidade. Não, porque ela é um manancial de energias latentes, à espera de alguém que as acorde. O despertar de tais energias será conseqüência de forte exercício de liderança. Quando tal acontece, horizontes amplos começam a se abrir aos olhos de todos, que passam a vislumbrar a possibilidade de partir para a “aventura” do seu próprio desenvolvimento. Trata-se realmente de uma aventura, porque implica quebra de hábitos de acomodação com o status quo e de um voluntarioso rompimento com a letargia de um quotidiano sem perspectiva”.

Ora, sem o afirmar, e talvez o desconhecendo, o autor supra fez uma perfeita, acabada e fiel descrição do que seja e para que servem os Núcleos Rotary de Desenvolvimento Comunitário.

Os instrumentos nós os temos, a vontade de Servir e de fazer o Bem nós a levamos conosco e a acalentamos durante toda nossa vida rotária, o que é que nos está faltando para abraçarmos esse programa como nossa missão, a se somar à visão e ao poder de Rotary para uma sociedade universalmente justa e feliz no século XXI?
Publicado na Revita "Brasil Rotário", Artigo de Capa, fevereiro/2004 

Prezados Companheiros Rotarianos,
 
Encaminho, para conhecimento e divulgação, artigo do companheiro Genésio Vivanco, do RC São Paulo-Santo Amaro, D-4420.
 
Saudações Rotárias,
 
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Ya aportaste a La Fundacion Rotaria?

Cidinha, uno de los programas de los que se nutre La Fundacion Rotaria para el cumplimiento de las metas trazadas es "Cada Rotario, Cada Año",  aunque se nos pide el aporte de 100.00 dolares, puedes aportar cuaquier cantidad, incluso menos de 100.00, pueden ser 10.00! 
Un edificio se construye ladrillo a ladrillo, tu "ladrillo" es necesario.
Si no lo has realizado, hazlo antes del 2 de junio para que tu aporte llegue dentro del año Rotario 2009-2010
Tambien te informo que el plazo para que los clubes remitan sus metas de recaudación de fondos para el Fondo de Contribuciones anuales para Programas (FCAP) del año 2010-2011 concluye el 15 de mayo. Presidentes de los Comités de La Fundación Rotaria y tesoreros, si su club no ha fijado su meta para el FCAP, asegúrense de fijarla junto con el presidente electo tan pronto como sea posible y envíenla a su gobernador electo no más tarde del 1 de mayo.
Para fijar esta meta, pídale al secretario de su club que descargue en el portal Ingreso/Rotarios delsitio web de RI los informes mensuales sobre las contribuciones del distrito correspondientes al año actual y al año pasado. El secretario también podría acceder a Ingreso/Rotarios junto con usted y así permitirle consultar dichos informes.   
Te invito a que veas y compartas  este video en español sobre Rotary
http://vimeo.com/11143557
 
"EL FUTURO DE ROTARY ESTA EN TUS MANOS"


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